quarta-feira, junho 14, 2006

terça-feira, junho 13, 2006

Ilhas Cook

O destino seguinte na minha odisseia foi Raratonga, a principal da ilhas Cook.
Estava um pouco cansado do tipo de viajem que andei a fazer na polinésia francesa por isso decidir ser menos turista e mais viajante (para mim a diferença é que o turista passa menos dias em cada sitio, come em restaurantes ou hoteis, passa o tempo todo a fazer excurções e a tirar fotos de paisagens ou edificios e a inscrever-se em actividades que normalmente não faria se estivesse em casa, enquanto que o viajante faz o possivel para que o sitio onde esta seja a sua casa e normalmente fica mais tempo em cada local, também faz algum turismo mas não é esse o objectivo do dia a dia), por isso fui para um dormitorio num hostel, onde fiz as minhas refeições (adoro a ideia da free food shelf) e sai quase todas as noites para beber uns copos ou para dançar.
Grande parte dos meus colegas de hostel eram ingleses, também em viajens de vários meses e com o mesmo gosto em ser viajantes e não turistas. Fiz bastantes amigos.
Aproveitei este tempo para tirar o curso avançado de mergulho, tal como já tinha tirado o de Nitrox em Bora Bora, e ainda deu para tirar umas boas fotos. Postarei quando tiver um acesso 'a net decente.

sexta-feira, junho 09, 2006

A verdadeira polinésia

A terceira paragem foi em Rangiroa e aqui descobri a verdadeira polinésia. Também hà hoteis com bugalows dentro de àgua e casais em lua-de-mel, mas o que predomina aqui são as pequenas pensoes, em que ao jantar o dono se senta à mesa contigo, e o turista que veio hà procura de sossego. 'E certo que a mordomia foi-se - não tenho ar condicionado no quarto mas tenho formigas, tenho uma torneira que pinga toda a noite e não tenho escolha no que como ao jantar - mas aqui sinto-me em casa.
Rangiroa é o segundo maior atol do mundo, sao dezenas de pequenas ilhas alinhadas em forma de circulo com uma lagoa no meio com cerca de 75 Km por 25 Km. So hà tres passagens navegàveis para a lagoa, entre duas dessas fica Avaru (a ilha onde eu fiquei) a mais povoada dessas ilhas com cerca de 1200 nativos e não mais de 300 turistas.
A grande atraccão aqui para além da praia é o mergulho, incluindo um drift-dive numa das passagens para a lagoa supostamente mundialmente famoso. No dia anterior à minha chegada vàrias grandes ondas passaram por cima de umas ilhas menores e aumentaram o nivel da lagoa, por isso não houve corrente suficiente para o drift... mas houve mergulho, e do melhor que jà fiz.

quarta-feira, junho 07, 2006

Mergulho em Rangiroa - parte 1

O melhor do mergulho em Rangiroa, o melhor sitio onde mergulhei ate agora.










quinta-feira, junho 01, 2006

Mergulho em Bora Bora

O melhor do mergulho em Bora Bora.








quarta-feira, maio 31, 2006

Bora Bora

A segunda paragem na polinésia francesa foi Bora Bora, é uma ilha no meio de uma lagoa, é um pouco mais pequena que Moorea e a cor que predomina aqui é o azul muito claro da àgua. A lagoa tem algumas partes muito pouco profundas (pode-se andar 100 m com água até ao joelho) o que faz com que a àgua tenha uma tonalidade de azul muito clara, principalmente visto de cima, e produza imagens realmente magníficas.
A linda foto que normalmente se mostra de Bora Bora só pode ser obtida a bordo de um helicópero, pelo qual se paga uma fortuna, pelo que têm que se contentar com estas fotos.







terça-feira, maio 30, 2006

Mergulho em Moorea

Aqui passo grande parte do tempo dentro de `agua. Aqui ficam alguma coisa do que tenho visto.








sábado, maio 27, 2006

Estou na polinésia francesa

Deixei para trás sem saudades o castelhano, esse linguajar “sopinha de massa” a que os espanhois (excluem-se os bascos, catalãos e galegos) insistem em classificar de idioma, e exprimo-me agora em francês o que me é bem menos agressivo para o ouvido e com o qual não tenho problemas em me fazer entender. Aqui só se está bem sem se olhar para os preços por isso gastei logo tudo de uma vez e em grande, comprei um “pacote” para três ilhas, hoteis quatro estrelas com meia-pensão e dez mergulhos. Estes doze dias vão-me custar cerca de ¼ do orçamento que eu tinha previsto para a viagem inteira... mas estão a saber-me muito bem. A primeira paragem foi Moorea, que me faz lembrar Guadaloupe - muito verde, floresta, chuva, humidade e montanha, é um pouco mais pequena, a única estrada que dá a volta á ilha pela costa tem cerca de 50 Km, tem as duas baias no norte da ilha com ligação ao mar mas com águas muito calmas, o que leva os locais a chamá-las de lagoas. O meu hotel fica no ínicio de uma delas.
Também a internet tem preços proibitivos por estas bandas por isso as minhas noticias seram mais escssas nos prossimos tempos.
As fotos são a vista do meu quarto, o meu hotel visto do outro lado da baia e a vista sobre cada uma das baias.


quarta-feira, maio 24, 2006

O mais e menos do Chile

Agora que deixei o Chile para tràs deixo-vos o meu ponto de situação:
O mais:
- A vista dos vulcões Maipo e da ilha da Pàscoa: no inicio perder-se o ar, sentimo-nos pequenos e passado o espanto inicial queremos chegar mais perto, como se fosse necessàrio tocar-lhe para ter a certeza de que é real;
- As praias à volta de Valparaiso: pena estar frio;
- As auto-estradas chilenas: é tudo impecàvel, o piso, as estações de serviço, as placas de informação, as portagens, etc;
O menos:
- A qualidade do ar em Santiago: não é possivel viver aqui;
- O micro-clima de Valparaiso e Vina del Mar: ou està nublado ou està nevoeiro, e basta passar a cordilheira que as antecede para ver o sol mais radioso;
- O friozinho em Santiago de que não tinha saudades.

domingo, maio 21, 2006

No topo do vulcão

Ontem almocei aqui no topo do vulcão.















Uma empada de carne, um yogurt liquido, uma banana e esta vista.