terça-feira, novembro 27, 2007

Manaus e Jungle Experience

A cidade em si tem pouco que ver, mesmo o teatro Amazonas, o grande ponto de referência turistico, é uma cópia de qualidade inferior de melhores e mais famosos teatros e casas de espetáculos na Europa.
O que a torna um local singular é ser o ponto de passagem obrigatório para quem vai para a Venezuela, Colombia, Bolívia ou Perú e o último ponto de civilização (pelo menos à escala de cidade) antes de se seguir para esses destinos ou para a selva (o verdadeiro ponto de interesse da zona) e o primeiro para quem faz o caminho inverso. Isto torna-a muito cosmopolita, um verdadeiro HUB para turistas e viajantes de todos os tipos e com todo o tipo de experiências para partilhar.
Fui para a selva com a operadora Jungle Experience, não é a mais barata nem oferece os melhores destinos mas é uma das mais seguras (pode não parece grande elogio mas depois de algumas das histórias que ouvi...). Subi o rio Urubu uns 50 Km apartir da AM 010 onde ficava o acampamento de apoio, com acomodações muito simples e rústicas (redes dispostas debaixo de um telhado) mas com casas de banho com chuveiro (foto 1), cozinha e cozinheira, água potável e geleira cheia de cerveja, luxos de que só se sente falta quando não se tem.
Os dias aqui foram passados a nadar no rio (foto 4), pescar piranhas (foto 3), passeios na selva, passeios de barco (foto 2) ou a apanhar jacarés (foto 6). O mais interessante foi mesmo o dia em que pernoitamos na selva (fotos 7,8 e 9), sem os luxos, aí já deu para ver mais animais: tarantulas (foto 5), macacos, araras, tucanos e cobras.





















sábado, novembro 24, 2007

Manaus

Algumas fotos de Manaus: o palácio do Rio Negro e "a vista" em frente ao palácio, 5 fotos do interior do teatro amazonas, o dito teatro, a catedral e o palácio da justiça.




















domingo, novembro 18, 2007

Olinda

Olinda é bem diferente de Recife.
O que se lê nos guias e se confirma após 2 ou 3 horas de visita é que a cidade vive à sombra do que restou dos séculos XV e XVI, a sua época de ouro, em que chegou por 1 ano apenas a ser a capital do Brasil. Vêem-se muitas igrejas e mosteiros dessa época (fotos em breve) com magníficos ajuzelos da época tipicamente portugueses.
O que não se lê nos guias é sobre a aura de cidade de província que não era previsível a menos de 10 Km de Recife. Olida convida a ficar mais do que o necessário para visitar o centro histórico. Tem excelentes pousadas e restaurantes a metade do preço de Recife, tem muitos eventos culturais como shows de capoeira, um festival de poesia popular e uma rua de bares que lembra o Bairro Alto. E segurança, muita segurança, é certo que graças CIA Tur - Companhia Independente de Apoio ao Turista (em inglês traduzem para Tourist Police), que tem 25 postos pela cidade, o que é bastante face à sua dimensão, chamam-lhe "policiamento ostensivo".
A praia não é tão boa mas à distancia de 1 viagem de 30 minutos de autocarro está a praia da Conceição em Maria Farinha, a joia do litoral norte de Pernambuco.
As fotos:






















terça-feira, novembro 13, 2007

Recife é barra pesada

A primeira impressão confirmou-se, Recife é um esgoto!

Vai muito para além das questões ecologico-sanitárias em que, acreditem ou não, a "Veneza do Brasil" bate KL, Cairo e até Casablanca (tudo cidades com predominancia islamica... até pensei que aí era pecado reciclar, limpar ou cheirar bem).

Nem em nenhuma das que referi, nem em São Paulo, nem no Rio e muito menos em Bangkok senti receio de andar na rua de dia, só no Recife.

Recife é a evitar e nem a praia de Boa Viagem nem o centro histórico justificam qualquer paragem aqui.

Ficam as fotos do centro histórico, por esta ordem: 2 fotos da ilha de Santo António, a igreja de Santo António, o teatro Santa Isabel, a biblioteca municipal, uma das pontes para Santo António - a primeira construída no Brasil, o marco zero - supostamente onde recife foi fundado, a praça do polo bom jesus, a fortaleza de São João Batista do Brum e a catedral matriz da Boa Vista.














domingo, novembro 11, 2007

Explicando o paraíso

Alguns dados sobre Fernando de Noronha:
- Herdou o nome de um nobre a quem foi atríbuida no seculo XVI chamado Fernão Loronha que nunca lá pôs os pés.
- É o mais pequeno local do mundo (cerca de 7 por 3 km ) com o seu próprio fuso horário.
- Durante muito tempo foi colónia prisional, depois base militar (chegou a ser conquistada por holandeses, espanhois e italianos) e só em 1989 voltou ao estado de Pernanbuco.
- Segundo os guias mais conceitoados tem uma (praia do Sancho, da qual publico as 4 últimas fotos) das três melhores praias do Brasil e mais outra na lista das 10 melhores.
- É o local do mundo onde é mais provável ver um golfinho, segundo o IBAMA apenas 5% dos dias não aparecem, e muitas vezes são aos milhares.

Mas Noronha é muito mais do que se aprende no "ilha tour", tem uma mística especial e tem para mim um significado especial, foi o primeiro local para onde fui de férias sem comprar um “pacote” e esse foi o primeiro passo para me tornar um viajante. A ideia irrealista de abandonar tudo e refazer a minha vida na ilha não me saí da cabeça enquanto cá estou, e só depois de me forçar a voltar me apercebo do absurdo.
Até o que não parece perfeito tem o seu factor positivo. Os preços ultra-inflacionados e as dificuldades logisticas para chegar às melhores praias e aos melhores locais de mergulho são o que afasta o turismo de massas da ilha, ou pelo menos dos ditos locais.

















terça-feira, novembro 06, 2007

Primeiros dias em Noronha

Estou em Fernando de Noronha com os meus amigos Pi e Andreia.
Aqui é só boa vida...


















domingo, novembro 04, 2007

Pensamento positivo

Estou no segundo dia de viagem e nem tudo está a correr mal: o avião não caíu, não houve greve no aeroporto de Lisboa e a pousada em que reservei uma vaga não era má, pena foi o resto...
Tal como na viagem anterior, nos primeiros dias de Brasil parece que o destino me coloca umas rasteiras pela frente para se certificar que estou mesmo determinado em seguir em frente.
Tal como da outra vez não é nada que 300 EUR não resolvam...