segunda-feira, dezembro 10, 2007

São Luís

São Luis é uma cidade fantátisca.
Nem muito grande nem muito pequena, SL tem um charme de cidade de província e sem a ambição de ser mais do que isso. Há alguma polícia nas ruas mais turistícas mas mesmo sem os ver nunca senti qualquer receio. Só por este aspecto Belém e (pelo que ouvi) Fortaleza ficam para trás.
Curiosamente, a única cidade do Brasil fundada pelos franceses foi a que me pareceu mais “portuguesa”, com algumas colinas e muitas fachadas que lembram Lisboa antiga e até se vê calçada portuguesa em algumas ruas. O centro histórico vê-se facilmente em meio dia a pé mas vale bem a pena ficar mais tempo.
As noites são amenas (quando comparadas com outras paragens nesta latitude) e muito animadas, além dos eventuias culturais agendados com o concerto coral e as danças do tambor da criola (últimas duas fotos) há sempre uma banda de pagode, reagge ou forró a animar o centro histórico. Há sempre imensas esplanadas e muita gente nas ruas, e com muito mais locais do que turistas. Em muitos aspectos fez-me lembrar algumas noites de verão no BA.
As fotos são da igreja de são joão, teatro Artur Azevedo (reparem na calçada portuguesa), catedral da sé, fonte do ribeirão, palácio dos leões ou do governo, 3 fotos de algumas ruas do centro histórico, concerto coral infantil de natal com mais de 420 petizes a berrar (estou a gozar, até cantaram muito bem) durante 2 horas e uma dança folclorica para turísta ver a que chamaram o tambor da criola.





















sexta-feira, dezembro 07, 2007

Belém

Mais fotos de Belém do Pará: as docas também recuperadas para espaço comercial, o relógio da praça ver-o-peso, o mercado ver-o-peso, a alfandega, o tetro da paz, a sé, o palácio Lauro Sodré, a igreja de NS da Nazaré e duas vistas do parque das garças.














quarta-feira, dezembro 05, 2007

Mercado Ver-o-peso

O Ver-o-peso, o mercado ribeirinho de Belém é um mundo à parte.
Ficam algumas fotos.
















segunda-feira, dezembro 03, 2007

Muito novo e muito velho

Alter do chão fica a 33 km de Santarém no Pará e nesta vilazinha minúscula fica esta praia fluvial soberba. No meio da amazónia uma praia de sonho e quase sem turistas, parece o Algarve dos anos 50 (é verdade ...sou muito novo para saber o que isso era).

Entretanto a viagem de barco descendo o Amazonas "já era". Tudo conspirou para que assim sucedesse: calendário, preço, comodidade e segurança. Voei.
Fica a foto de um dos barcos que fazem este tipo de viagens. Acho que já sou muito velho para este tipo de coisas.















sexta-feira, novembro 30, 2007

Presidente Figueiredo, a capital das cachoeiras

A 105 Km a Norte de Manaus fica a cidade de Presidente Figueiredo, cujo atractivo são as mais de 30 cachoeiras do município.
Fotos: eu caminho de uma delas, cachoeira da porteira, 2 cachoeira das araras, a gruta refúgio de maruaga (um índio rebelde que lutou contra a construção de uma barragem na época da ditadura), 2 cachoeira da iracema, 3 cachoeira do santuário.
Bom mesmo é tomar banho nelas...













terça-feira, novembro 27, 2007

Manaus e Jungle Experience

A cidade em si tem pouco que ver, mesmo o teatro Amazonas, o grande ponto de referência turistico, é uma cópia de qualidade inferior de melhores e mais famosos teatros e casas de espetáculos na Europa.
O que a torna um local singular é ser o ponto de passagem obrigatório para quem vai para a Venezuela, Colombia, Bolívia ou Perú e o último ponto de civilização (pelo menos à escala de cidade) antes de se seguir para esses destinos ou para a selva (o verdadeiro ponto de interesse da zona) e o primeiro para quem faz o caminho inverso. Isto torna-a muito cosmopolita, um verdadeiro HUB para turistas e viajantes de todos os tipos e com todo o tipo de experiências para partilhar.
Fui para a selva com a operadora Jungle Experience, não é a mais barata nem oferece os melhores destinos mas é uma das mais seguras (pode não parece grande elogio mas depois de algumas das histórias que ouvi...). Subi o rio Urubu uns 50 Km apartir da AM 010 onde ficava o acampamento de apoio, com acomodações muito simples e rústicas (redes dispostas debaixo de um telhado) mas com casas de banho com chuveiro (foto 1), cozinha e cozinheira, água potável e geleira cheia de cerveja, luxos de que só se sente falta quando não se tem.
Os dias aqui foram passados a nadar no rio (foto 4), pescar piranhas (foto 3), passeios na selva, passeios de barco (foto 2) ou a apanhar jacarés (foto 6). O mais interessante foi mesmo o dia em que pernoitamos na selva (fotos 7,8 e 9), sem os luxos, aí já deu para ver mais animais: tarantulas (foto 5), macacos, araras, tucanos e cobras.