sexta-feira, novembro 28, 2008
Parque Nacional Aparados da Serra
Fotos do Cannyon do Itaimbézinho no Parque Nacional Aparados da Serra, perto de Cambará do Sul e a 2 horas de Canela, ainda no Rio Grande do Sul.


quinta-feira, novembro 27, 2008
Gramado e Canela
Gramado e Canela são duas cidades vizinhas na serra gaúcha, ambas com pouco mais de 30.000 habitantes e ambas concorrem como o destino turistico da região, mas são muito diferentes.
Gramado é uma griffe, é o destino da moda frequentados pelo “jet set” e os gaúchos, catarinenses ou paulistas ricos bem ao estilo dos mais famosos resorts de inverno europeus. Os jardins parecem saidos da manicure e os edíficios chalets de montanha.
A época alta aqui é o Natal, até porque é a altura o ar fresco da montanha mais atrai, e Gramado explora esse facto até à exaustão e de forma até extravagante. Qualquer restaurante, pousada, hotel, lojinha ou posto de gasolina tem um “papai noel” bem visível, todas as ruas estão enfeitadas e pode visitar-se o parque do dito, a sua casa, a fábrica de brinquedos, a árvore dos desejos e até renas. Um dos pontos altos é o desfile de Natal (um dos 16 entre início de Novembro e início de Janeiro) em que toda a cidade participa, leva todo o ano a preparar e só é comparável ao Carnaval numa escola de samba.
Em Gramado tudo é feito a pensar no turista e onde o podem levar a gastar ainda mais dinheiro.
Canela intitula-se como a capital do Brasil do eco-turismo e turismo de aventura. Há muitas empresas a oferecerem rafting, escalada, bugee jumping, mountain biking, rappel, trekking, etc. A pouca distância da cidade ficam o parque do Caracol, com a espetacular cascata com o mesmo nome, e o Parque da Ferradura também com uma cascata e uma excelente vista sobre o canyon.
Canela também tem os seus enfeites de Natal e o ponto alto, bem no espírito da cidade, é a descida em rappel de “papais noel” da catedral de pedra.
As fotos são de Canela: 4 no parque do Caracol, a catedral de pedra e 4 no parque da Ferradura; de Gramado: 3 no parque do pai Natal, 5 das ruas de Gramado e 2 do desfile de Natal.
Canela



Gramado


Gramado é uma griffe, é o destino da moda frequentados pelo “jet set” e os gaúchos, catarinenses ou paulistas ricos bem ao estilo dos mais famosos resorts de inverno europeus. Os jardins parecem saidos da manicure e os edíficios chalets de montanha.
A época alta aqui é o Natal, até porque é a altura o ar fresco da montanha mais atrai, e Gramado explora esse facto até à exaustão e de forma até extravagante. Qualquer restaurante, pousada, hotel, lojinha ou posto de gasolina tem um “papai noel” bem visível, todas as ruas estão enfeitadas e pode visitar-se o parque do dito, a sua casa, a fábrica de brinquedos, a árvore dos desejos e até renas. Um dos pontos altos é o desfile de Natal (um dos 16 entre início de Novembro e início de Janeiro) em que toda a cidade participa, leva todo o ano a preparar e só é comparável ao Carnaval numa escola de samba.
Em Gramado tudo é feito a pensar no turista e onde o podem levar a gastar ainda mais dinheiro.
Canela intitula-se como a capital do Brasil do eco-turismo e turismo de aventura. Há muitas empresas a oferecerem rafting, escalada, bugee jumping, mountain biking, rappel, trekking, etc. A pouca distância da cidade ficam o parque do Caracol, com a espetacular cascata com o mesmo nome, e o Parque da Ferradura também com uma cascata e uma excelente vista sobre o canyon.
Canela também tem os seus enfeites de Natal e o ponto alto, bem no espírito da cidade, é a descida em rappel de “papais noel” da catedral de pedra.
As fotos são de Canela: 4 no parque do Caracol, a catedral de pedra e 4 no parque da Ferradura; de Gramado: 3 no parque do pai Natal, 5 das ruas de Gramado e 2 do desfile de Natal.
Canela
Gramado
domingo, novembro 23, 2008
O mau tempo continua
Estou sitiado em Florianópolis. Por quasa da chuva sem poder visitar o que quero e também não faz sentido seguir para os próximos destinos que seriam principalmente cidades de praia.
Esta é uma das paragens que me gerava mais expectativa por isso decidi esperar aqui o que for preciso até conseguir fazer tudo o que quero.
Vou ter que fazer algumas adaptações ao resto do roteiro, tão bem pensado nas semanas que antecederam a minha partida.
Em Florianópolis este já é o mês mais chuvoso desde 2006. Na Grande Florianópolis, a média de chuva de novembro é de 140 milímetros e choveu cerca de 300 milímetros, até agora, porque ainda faltam dados de 9 dias até ao final do mês.
A previsão é de chuva até terça-feira, 2 ou 3 dias nublados, e mais chuva outra vez até domingo. Haja paciência!!!
Esta é uma das paragens que me gerava mais expectativa por isso decidi esperar aqui o que for preciso até conseguir fazer tudo o que quero.
Vou ter que fazer algumas adaptações ao resto do roteiro, tão bem pensado nas semanas que antecederam a minha partida.
Em Florianópolis este já é o mês mais chuvoso desde 2006. Na Grande Florianópolis, a média de chuva de novembro é de 140 milímetros e choveu cerca de 300 milímetros, até agora, porque ainda faltam dados de 9 dias até ao final do mês.
A previsão é de chuva até terça-feira, 2 ou 3 dias nublados, e mais chuva outra vez até domingo. Haja paciência!!!
sexta-feira, novembro 21, 2008
Punta del Este e adeus Uruguay
O Uruguay só por erro da história não é uma província argentina.
Os índios nativos eram os mesmo e os colonizadores têm as mesmas origens, têm os mesmos hábitos, têm o mesmo linguajar (que é tão diferente que os espanhois não o consideram castelhano, mas antes um outro dialéto) e o mesmo calão, o peso argentino é livremente aceite por todo o país e até as bandeiras são muito parecidas.
Este erro teve origem no conturbado iníco do século XIX. Entre 1806 e 1828 o Uruguay foi atacado e/ou conquistado por ingleses, espanhois, espanhois contrários a Napoleão, espanhois leais a Napoleão, portugueses, brasileiros e argentinos.
No final de ano e meio de guerra, como Argentina e Brasil não concordavam que o território ficasse para o “vizinho” acordaram ter esta zona “tampão” estes os dois estados que já se previa iriam ser os mais fortes do continente.
As fotos são de 3 praias de Punta del Este - praia El Emir, praia Brava e praia Mansa – o ponto mais a este desta província que deu o nome à cidade, o pôr do sol sobre a marina e 4 fotos da "Casapueblo" (casa museu) do pintor uruguaio Vilaró e 2 da vista da casa.
Ainda deu para um banho na praia Mansa, acreditando que seria o primeiro de muitos nessa semana... puro erro.


Os índios nativos eram os mesmo e os colonizadores têm as mesmas origens, têm os mesmos hábitos, têm o mesmo linguajar (que é tão diferente que os espanhois não o consideram castelhano, mas antes um outro dialéto) e o mesmo calão, o peso argentino é livremente aceite por todo o país e até as bandeiras são muito parecidas.
Este erro teve origem no conturbado iníco do século XIX. Entre 1806 e 1828 o Uruguay foi atacado e/ou conquistado por ingleses, espanhois, espanhois contrários a Napoleão, espanhois leais a Napoleão, portugueses, brasileiros e argentinos.
No final de ano e meio de guerra, como Argentina e Brasil não concordavam que o território ficasse para o “vizinho” acordaram ter esta zona “tampão” estes os dois estados que já se previa iriam ser os mais fortes do continente.
As fotos são de 3 praias de Punta del Este - praia El Emir, praia Brava e praia Mansa – o ponto mais a este desta província que deu o nome à cidade, o pôr do sol sobre a marina e 4 fotos da "Casapueblo" (casa museu) do pintor uruguaio Vilaró e 2 da vista da casa.
Ainda deu para um banho na praia Mansa, acreditando que seria o primeiro de muitos nessa semana... puro erro.
quarta-feira, novembro 19, 2008
Montevideo
Esta cidade funciona à volta de uma rua, a avenida 18 de Julio.
Inicia-se na praça Independencia, onde termina a zona velha, segue por 5 Km cruzando toda a cidade misturando as lojas da moda, livrarias, os edificios historicos e os hoteis, tanto os mais caros como os mais baratos.
As fotos são 3 das ramblas, 4 da zona histórica e 5 de alguns edifícios da 18 de Julio e a última do palácio Salvo (o edifício mais alto da cidade) na praça da Independencia.












Inicia-se na praça Independencia, onde termina a zona velha, segue por 5 Km cruzando toda a cidade misturando as lojas da moda, livrarias, os edificios historicos e os hoteis, tanto os mais caros como os mais baratos.
As fotos são 3 das ramblas, 4 da zona histórica e 5 de alguns edifícios da 18 de Julio e a última do palácio Salvo (o edifício mais alto da cidade) na praça da Independencia.
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